Edição 314

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A estação do Sol

Saiba tudo sobre a estação que mais tem a ver com o nosso país e confira algumas dicas para viver o melhor dela.

AH, O VERÃO! DE TODAS as estações do ano, é essa a mais esperada pela maioria do povo brasileiro. Há quem não goste muito, mas não tem como negar que a estação mais quente do ano tem a cara do nosso país, conhecido pela abundância de praias, rios, cachoeiras, montanhas, frutos, peixes e por tantas outras particularidades que combinam com esta época. No verão, os dias são mais longos do que as noites, o que é ainda mais acentuado nas regiões que adotam o horário de verão. É um período caracterizado por forte calor e, consequentemente, por chuvas rápidas e intensas, muitas vezes com trovoadas e rajadas de vento, em especial nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste.

O ano promete

O SOL É DE LEI, NESTA ÉPOCA DO ANO, mas depois dele vêm o temporal, os alagamentos, o trânsito infernal. Tudo isso, claro, nos grandes centros urbanos, porque verão na praia é uma beleza. De um jeito ou de outro, é tempo de aproveitar esse sol, o calor, as frutas da estação; de pegar uma cor, botar o corpo em forma, ficar em dia com a moda.

Marcas pela vida afora

Do termo inglês bully (agressor, valentão, assediador), surgiu a expressão bulliyng, que é exatamente a prática de atos agressivos (verbais ou não) contra alguém. Ganhou destaque nos últimos dez anos por conta de vários eventos que envolveram crianças, adolescentes e jovens. O mais dramático deles se deu em 20 de abril de 1999, na Columbine High School, em Columbine (Colorado, EUA), e fi cou conhecido como “Massacre de Columbine”.

Um vilão e tanto

Saiba como lidar melhor com os efeitos dos engarrafamentos e conheça algumas histórias vividas nas ruas de São Paulo.

É UNÂNIME A OPINIÃO DE QUE UM DOS MAIORES transtornos de quem vive e trabalha em grandes cidades é o trânsito. Segundo um estudo recente apresentado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), e publicado no site UOL, moradores de oito capitais brasileiras gastam, diariamente, pelo menos duas horas para ir e voltar do trabalho.

Pomar Paulistano

À exceção dos migrantes do interior do País, a maior parte dos moradores de São Paulo desconhece as frutíferas das ruas e avenidas da cidade.

A CENA NÃO PASSA DESPERCEBIDA. Numa esquina qualquer de São Paulo, um grupo de meninos olha embasbacado para uma árvore na calçada, carregada de frutos vermelhos, a indagar “que negócio é esse?”, “é de comer?”, “e se for venenosa?”. Me aproximei, colhi umas duas ou três frutinhas e, enquanto as colocava na boca, expliquei-lhes que eram pitangas.

Cansados de GUERRA, acabaram no BRASIL

Este é um resumo da vida de seis ex-combatentes da Segunda Guerra ou da Guerra da Argélia, que se apaixonaram pela paz em terras brasileiras.

EM SÃO CAETANO DO SUL (SP) MORA um cidadão francês, Claude Barbé, de 87 anos, que sobreviveu a duas guerras, uma durante a infância e adolescência na França, a Segunda Guerra Mundial, e outra, mais tarde, na Argélia. “Em 1940 fugi de Paris com minha mãe a bordo de um trem a caminho de Touraine, onde meu avô morava. Os vagões estavam cheios de anciãos, mulheres e crianças, todos assustados e temerosos de encontrar, cara a cara, com o inimigo alemão. Porém, quem nos atacou, foram os aviões dos italianos, que nos metralhavam desde o céu. Corríamos para esconder-nos no meio dos bosques ou do mato e houve muitos mortos”, recorda com resignação.

Vendas, luzes, superação!

DA JUNÇÃO DO PREFIXO “SUPER” (posição acima de) mais o substantivo “ação”, que é justamente, empreendimento, execução, desempenho, atividade, nasceu o termo superação. O esportista de competição a busca com todas as suas forças para conquistar o pódio ou as medalhas. Nem precisa dizer que no competitivo campo dos negócios, superação é fundamental para atingir os resultados e metas estabelecidas. Como a Kalunga superou as expectativas no ano passado, com excelentes resultados, e espera ultrapassá-los este ano, “superação” foi o tema escolhido para o 10º Encontro de Gerentes da Empresa, realizado entre os dias 17 e 20 de dezembro no Vale Suíço Resort, em Itapeva (MG).

Tudo vira uma salada

Existem os legumes e verduras tradicionais, cultivados, e também existem as plantas não convencionais, que nascem em todos os cantos, e que podem ser tão boas quanto.

ATENÇÃO, PESSOAL DA CIDADE: taioba não é mato e tampouco palavrão. Da mesma forma que picão branco, ora-pro-nóbis, vinagreira e urtiga são plantas, quem diria, comestíveis e de excelentes sabores. Algumas crescem sozinhas em praças, vias públicas, jardins, outras já estão sendo cultivadas para consumo. Na zona rural, há muito tempo são conhecidas as propriedades gastronômicas delas; mas nos grandes centros, só recentemente passaram a ser apreciadas à mesa, graças a pesquisadores e até chefs de cozinha renomados. Elas foram englobadas sob a sigla PANC (Plantas Alimentícias Não Convencionais), juntamente com outros elementos botânicos que têm potencial alimentício, mas são desconhecidos, casos de algumas flores, folhas, caules, sementes, rizomas, raízes, resinas e óleos.

Kalunga por aí

Já estão no cronograma 17 lojas Kalunga, que serão inauguradas neste ano, além de outras em negociação. No ano passado, foram nada menos que 25 lojas, entre novas e trocas de endereço. No dia 14 de dezembro, foi aberta mais uma filial em Salvador, em um dos maiores shoppings do Nordeste – agora são três lojas na cidade. Localizado na Avenida Tancredo Neves, 3.133, Caminho das Árvores, o Salvador Shopping, inaugurado em maio de 2007, retrata à perfeição a Bahia e sua cultura. Nas fachadas, traz imagens da Igreja do Bonfim, do Farol da Barra, do Dique do Toró, além de cenas de capoeira e candomblé.

Viagem ao mundo dos sonhos

Por mais que avancem os estudos e as pesquisas, não se conseguiu ainda penetrar com segurança nesse terreno misterioso.

EU E A ONÇA, A ONÇA E EU. ESTOU NUM EVENTO, em uma sala repleta de janelas, e ela, feroz, do lado de fora, tenta entrar de todas as maneiras. Só me resta fechar as janelas, desesperado, para não deixar nenhuma brecha. Sei que está furiosa comigo, pois um pouco antes, lá fora, parece que tivemos um entrevero. Ela me atacou e eu, ágil que nem uma... “onça”, segurei-a pelo pescoço e lhe dei um soco nas fuças. Bastou. Evidentemente, ela não conseguiu entrar na sala, pois acordei, e só fiquei com aquela sensação chata de alguém que está sendo perseguido. A primeira coisa que fiz foi consultar no Google o significado dos sonhos. Ufa, parece que sonhar com onça não é nenhum bicho de sete cabeças.

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